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dc.contributor.authorHuerta Ojeda, Álvaro
dc.contributor.authorMartínez García, Dario
dc.contributor.authorRodríguez Perea, Angela
dc.contributor.authorChirosa Ríos, Ignacio Jesús 
dc.contributor.authorChirosa Ríos, Luis Javier 
dc.date.accessioned2021-04-21T11:22:47Z
dc.date.available2021-04-21T11:22:47Z
dc.date.issued2021
dc.identifier.citationOjeda, Álvaro Huerta, Jerez-Mayorga, Daniel, Maliqueo, Sergio Galdames, García, Darío Martínez, Rodríguez-Perea, Ángela, Poblete, Leonidas Arias, Ríos, Ignacio Chirosa, & Ríos, Luis Javier Chirosa. (2021). INFLUENCE OF MAXIMAL ISOMETRIC STRENGTH ON 20-METER SPRINT TIME. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 27(1), 60-64. Epub March 08, 2021.https://doi.org/10.1590/1517-8692202127012020_0028es_ES
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10481/68041
dc.description.abstractIntroduction: The squat is an exercise that is widely used for the development of strength in sports. However, considering that not all sports gestures are vertical, it is important to investigate the effectiveness of propulsive force stimuli applied in different planes. Objective: The main purpose of this study was to determine the influence of maximum isometric force (MIF) exerted on starting blocks over performance in 5, 10 and 20-meter sprints. Methods: Seven high-level male sprinters (mean age ± SD = 28 ± 5.77 years) participated in this study. The variables were: a) MIF in squats and on starting blocks (measured using a functional electromechanical dynamometer [FEMD]), b) time in 5, 10 and 20-m sprints and c) jump height (measured by the squat jump test). For data analysis, a Pearson correlation was performed between the different variables. The criteria for interpreting the strength of the r coefficients were as follows: trivial (<0.1), small (0.1−0.3), moderate (0.3−0.5), high (0.5−0.7), very high (0.7−0.9), or practically perfect (>0.9). The level of significance was p < 0.05. Results: There was very high correlation between MIF exerted on starting blocks and performance in the first meters of the sprint (5-m: r = -0.84, p = 0.01). However, there was small correlation between MIF in squats and performance in the first meters of the sprint (5-m: r = -0.22, p < 0.62). Conclusion: The MIF applied on starting blocks correlates very high with time in the first meters of the sprint in high-level athletes. In addition, the use of the FEMD provides a wide range of possibilities for evaluation and development of strength with a controlled natural movement. Level of evidence IV; Prognostic Studies - Case series.es_ES
dc.description.abstractIntrodução: O agachamento é um exercício amplamente utilizado para o desenvolvimento de força nos esportes. No entanto, considerando que nem todos os gestos esportivos são verticais, é importante investigar a eficácia dos estímulos de força propulsiva em diferentes planos. Objetivo: O principal objetivo deste estudo foi determinar a influência da força isométrica máxima (FIM) exercida em os blocos de largada sobre o desempenho em sprints de 5, 10 e 20 metros. Métodos: Sete velocistas de alto nível do sexo masculino (média ± DP = 28,0 ± 5,77 anos) fizeram parte deste estudo. As variáveis foram: a) FIM no agachamento e nos blocos de largada (avaliados com um dinamômetro eletromecânico funcional (DEF)), b) tempo de sprints de 5, 10 e 20 metros e c) altura do salto (medida pelo teste de squat jump). Para análise dos dados, foi usada a correlação de Pearson entre as diferentes variáveis. Os critérios para interpretar o coeficiente r foi: nulo (< 0,1), pequeno (0,1 a 0,3), moderado (0,3 a 0,5), alto (0,5 a 0,7), muito alto (0,7 a 0,9) ou praticamente perfeito (> 0,9). O nível de significância foi p < 0,05. Resultados: Houve correlação muito alta entre a FIM exercida nos blocos de largada e o desempenho nos primeiros metros do sprint (5-m: r = -0,84, p = 0,01). No entanto, a correlação entre o agachamento da FIM e os primeiros metros de sprint foi pequena (5-m: r = -0,22, p < 0,62). Conclusão: A FIM aplicada aos blocos de largada teve uma correlação muito alto com o tempo nos primeiros metros de sprint em atletas de alto nível. Além disso, o uso de um DEF oferece uma ampla gama de possibilidades para avaliar e desenvolver força com um movimento natural controlado. Nível de evidência IV; Estudos Prognósticos – Série de casos.es_ES
dc.description.abstractIntroducción: La sentadilla es un ejercicio ampliamente usado para el desarrollo de fuerza en los deportes. Sin embargo, considerando que no todos los gestos deportivos son verticales, es importante investigar la eficacia de los estímulos de fuerza propulsiva en diferentes planos. Objetivo: El principal objetivo de este estudio fue determinar la influencia de la fuerza isométrica máxima (FIM) ejercida en los bloques de salida sobre el rendimiento en sprints de 5, 10 y 20 metros. Métodos: Siete velocistas de alto nivel del sexo masculino (promedio ± SD = 28,0 ± 5,7 años) formaron parte de este estudio. Las variables fueron: a) FIM en la sentadilla y en los bloques de salida (evaluados con un dinamómetro electromecánico funcional [DEF]) b) tiempo de sprints de 5, 10 y 20-metros y c) altura del salto (medida a través del test de squat jump). Para el análisis de los datos se usó la correlación de Pearson entre las diferentes variables. Los criterios para interpretar el coeficiente r fueron: nulo (<0,1), pequeño (0,1 a 0,3), moderado (0,3 a 0,5), alto (0,5 a 0,7), muy alto (0,7 a 0,9) o prácticamente perfecto (>0,9). El nivel de significancia fue p < 0,05. Resultados: Hubo correlación muy alta entre a FIM ejercida en los bloques de salida y el rendimiento en los primeros metros del sprint (5-m: r = -0,84, p = 0,01). Sin embargo, la correlación entre la FIM en sentadilla y los primeros metros de sprint fue pequeña (5-m: r = -0,22, p < 0,62). Conclusión: La FIM aplicada a los bloques de salida tuvo una correlación muy alta con el tiempo en los primeros metros de sprint en atletas de alto nivel. Además, el uso de un DEF ofrece una amplia gama de posibilidades para evaluar y desarrollar fuerza con un movimiento natural controlado. Nivel de evidencia IV; Estudios pronósticos: Serie de casos.es_ES
dc.description.sponsorshipSpanish Ministry of Economy and Competitiveness RTI2018-099723-B-I00es_ES
dc.language.isoenges_ES
dc.publisherSOC BRASILEIRA MED ESPORTEes_ES
dc.rightsAtribución-NoComercial 3.0 España*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/es/*
dc.subjectMuscle strengthes_ES
dc.subjectIsometric contractiones_ES
dc.subjectAthletes es_ES
dc.subjectForça musculares_ES
dc.subjectContração isométricaes_ES
dc.subjectAtletas es_ES
dc.subjectFuerza musculares_ES
dc.subjectContracción Isométricaes_ES
dc.titleInfluence of maximal isometric strength on 20-meter sprint timees_ES
dc.title.alternativeInfluência da força isométrica máxima sobre o tempo em sprints de 20 metroses_ES
dc.title.alternativeInfluencia de la fuerza isométrica máxima sobre el tiempo en sprints de 20 metroses_ES
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/articlees_ES
dc.rights.accessRightsinfo:eu-repo/semantics/openAccesses_ES
dc.identifier.doi10.1590/1517-8692202127012020_0028


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