Repensando las teorías educativas críticas desde dinámicas regenerativas frente a procesos de precarización neoliberal
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Sociedad Iberoamericana de Pedagogía Social
Materia
Precariedad Neoliberalismo Subjetividad Precariousness Neoliberalism Subjectivity Precariedade Subjetividade Teoria crítica
Fecha
2023-07Referencia bibliográfica
Martínez-Rodríguez, F. M. y Fernández-Herrería, A. (2023). Repensando las teorías educativas críticas desde dinámicas regenerativas frente a procesos de precarización neoliberal. Pedagogía Social. Revista Interuniversitaria, 43 179-190. [DOI:10.7179/PSRI_2023.46.12]
Resumen
La evolución desde un capitalismo keynesiano a uno neoliberal supone el paso de una ‘ciudadanía industrial’ a una ‘precarizada’. Se pierde la perspectiva estructural y colectiva de los problemas sociales, responsabilizando al individuo de sus situaciones vitales. La exigencia de una activación permanente al servicio de la productividad conlleva una gestión empresarial de su vida, implicando una construcción neoliberal de su identidad. Las teorías educativas críticas clásicas no responden a esta nueva situación pues el problema no está en la falta de activación del sujeto, sino en que ha naturalizado las violencias estructurales trasladándolas al ámbito de la responsabilidad individual. En este contexto necesitamos repensar las teorías educativas críticas como estrategia para la reconstrucción de subjetividades alternativas centradas en vivencias grupales, colectivas, contextualizadas en lo local, que refuercen aprendizajes sociocomunitarios y cooperativos propios de una cultura regenerativa. Esto supone un cambio educativo y cultural profundo de nuestra cosmovisión. The evolution from Keynesian to neoliberal capitalism means a shift from an ‘industrial citizenship’ to a ‘precarised’ one. The structural and collective perspective of social problems is lost, making the individuals responsible for their life circumstances. The demand for permanent activation in the service of productivity leads to an entrepreneurial management of their lives. This implies a neoliberal construction of their identities. Classical critical education theories do not respond to this new situation because the problem does not lie in the lack of activation of the individuals, but in the fact that they have naturalised structural violence by transferring it to the sphere of individual responsibility. In this context, we need
to rethink critical education theories as a strategy for the reconstruction of alternative subjectivities centred on group, collective, locally contextualised experiences. These experiences
should reinforce socio-community and cooperative learning, characteristic of a regenerative
culture. This implies a profound educational and cultural change in our worldview. A evolução de um capitalismo keynesiano para um capitalismo neoliberal implica
a passagem de uma ‘cidadania industrial’ para uma ‘precária’. Perde-se a perspetiva estrutural
e coletiva dos problemas sociais, responsabilizando o indivíduo pelas suas situações de vida.
A exigência de uma ativação permanente ao serviço da produtividade conduz a uma gestão
empresarial das suas vidas, implicando uma construção neoliberal da sua identidade. As teorias educativas críticas clássicas não respondem a esta nova situação porque o problema
não reside na falta de ativação do sujeito, mas no facto de terem naturalizado a violência
estrutural, transferindo-a para a esfera da responsabilidade individual. Neste contexto, é necessário repensar as teorias educativas críticas como uma estratégia para a reconstrução de
subjetividades alternativas centradas em experiências grupais, coletivas, localmente contextualizadas, que reforcem a aprendizagem sócio-comunitária e cooperativa, característica de
uma cultura regenerativa. Isto implica uma profunda mudança educativa e cultural na nossa
visão do mundo