| dc.contributor.author | De Cássia Marques, Rita | |
| dc.date.accessioned | 2022-10-21T11:24:57Z | |
| dc.date.available | 2022-10-21T11:24:57Z | |
| dc.date.issued | 2011 | |
| dc.identifier.citation | Cássia Marques, Rita de. «A Caridade criando hospitais em Minas Gerais (Brasil) – séculos XVIII-XX». Dynamis: Acta Hispanica ad Medicinae Scientiarumque Historiam Illustrandam, 2011, Vol. 31, Núm. 1, p. 107-129, https://raco.cat/index.php/Dynamis/article/view/248581. | es_ES |
| dc.identifier.issn | 0211-9536 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10481/77454 | |
| dc.description.abstract | O artigo é fruto de uma pesquisa sobre o Patrimônio Cultural da Saúde em Minas
Gerais (Brasil) e se dedica a compreender a construção de hospitais fomentados pelas ações
caritativas de católicos, leigos ou religiosos, entre os séculos XVIII e XX. O movimento católico
leigo sempre foi forte em Minas Gerais favorecido pelas proibições da Coroa Portuguesa em torno
da livre circulação de religiosos, considerados suspeitos de contrabandear o ouro das minas. A
primeira Santa Casa, a de Vila Rica, surge de uma irmandade. A caridade também é o mote de
outro grupo de leigos que teve grande importância no Brasil, especialmente no século XX – os
vicentinos. Assinala-se ainda a divulgação dos ideais de caridade de Frederico Ozanam com
base na obra de São Vicente de Paula. Por vicentinos é preciso entender tanto o movimento
leigo abrigado nas conferências da Sociedade São Vicente de Paula, como os religiosos: os
padres lazaristas e as irmãs vicentinas. O terceiro grupo estudado é o dos médicos católicos,
fruto do associativismo profissional incentivado pela igreja católica. As Santas Casas com suas
irmandades, os vicentinos e o associativismo católico integram movimentos reconhecidos no
mundo todo. Nesse contexto social de grande participação católica nas obras de caridade,
restava aos médicos integrar o movimento, com o desprendimento dos atendimentos muitas
vezes gratuitos e com o esforço para criar hospitais para a população carente. No século XX,
a capital de Minas Gerais, embora fruto de decisão de republicanos e positivistas portadores
dos ideários da modernidade, continuou se valendo da caridade cristã para tratar dos pobres. | es_ES |
| dc.language.iso | por | es_ES |
| dc.publisher | Universidad de Granada | es_ES |
| dc.rights | Atribución 4.0 Internacional | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ | * |
| dc.subject | Hospitais | es_ES |
| dc.subject | Catolicismo | es_ES |
| dc.subject | Caridade | es_ES |
| dc.subject | Medicina | es_ES |
| dc.subject | Hospitals | es_ES |
| dc.subject | Catholicism | es_ES |
| dc.subject | Charity | es_ES |
| dc.subject | Medicine | es_ES |
| dc.title | A Caridade criando hospitais em Minas Gerais (Brasil) – séculos XVIII-XX | es_ES |
| dc.type | journal article | es_ES |
| dc.rights.accessRights | open access | es_ES |
| dc.type.hasVersion | VoR | es_ES |