Prevalência de baixa acuidade visual em escolares no Sul do Brasil
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Júnior, Antonio de Souza; Alquini, Fernanda; Grillo, Luciane Peter; Silva, Alexandre Reis da; Bell, Anderlly; Leal, Juliana Ferreira; Sauer, Rosane MariaEditorial
Universidad de Granada
Materia
Acuidade visual Estudantes Saúde Pública Public health Students Visual acuity
Fecha
2025-02-18Referencia bibliográfica
Júnior, A. de S., Alquini, F., Peter Grillo, L., Reis da Silva, A., Bell, A., Ferreira Alves, J., & Sauer, R. M. (2025). Prevalência de baixa acuidade visual em escolares no Sul do Brasil. DEDiCA. Revista De Educação E Humanidades, (23), 107–120. https://doi.org/10.30827/dreh.23.2025.31960
Resumen
Os distúrbios de visão são considerados problemas de saúde pública. O
objetivo do estudo foi identificar a prevalência de alterações visuais em
crianças de uma escola pública do município de Jaraguá do Sul, sul do
Brasil. O delineamento do estudo foi transversal, a população foi composta
por todos os escolares de 5 a 11 anos de idade, matriculados no ensino fundamental. Utilizou-se a tabela de Snellen para aferir a acuidade visual de
crianças e as que apresentaram dificuldades foram encaminhadas a
consultas oftalmológicas completas. Os resultados mostraram que 27,0%
frequentaram as consultas completas, sendo que 11,3% apresentaram erros
refrativos que necessitavam de prescrição de óculos. O astigmatismo afetou
9,8% dos escolares, seguido de hipermetropia (3,5%), anisometropia (2,0%)
e miopia (1,6%). É essencial a implementação de políticas públicas que
assegurem triagem oftalmológica regular nas escolas, garantindo acesso ao
tratamento adequado, prevenindo o agravamento de problemas visuais e
impactos no desempenho acadêmico. Vision disorders are considered public health problems. The objective of the
study was to identify the prevalence of visual changes in children attending a
public school in the city of Jaraguá do Sul, southern Brazil. The study design
was cross-sectional, and the population was made up of all students aged 5
to 11 years, enrolled in elementary school. The Snellen table was used to
measure visual acuity. Children who presented difficulties were referred to
full ophthalmological consultations. The data showed that 27.0% attended
full consultations, with 11.3% having refractive errors that required glasses
prescription. Astigmatism affected 9.8% of students, followed by hyperopia
(3.5%), anisometropia (2.0%) and myopia (1.6%). It is essential to implement
public policies that ensure regular ophthalmological screening in schools,
guaranteeing access to adequate treatment, preventing the worsening of
visual problems and impacts on academic performance.





