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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10481/46165

Title: How to improve cultural identity and equality: Experiences from intercultural dialogues in a school for all
Other Titles: Como promover a identidade e igualdade cultural: Experiências de diálogos interculturais numa escola para todos
Authors: Buli-Holmberg, Jorun
Issue Date: Mar-2011
Abstract: This article presents results of a research project concerning intercultural education in Norway. The increasing diversity of students in inclusive schools in Norway calls for increased cultural competence on behalf of educators to teach them effectively. To teach and learn from an intercultural perspective is to build understanding for diversity and equality. Focusing on intercultural education is to switch from a homogeneous perspective to a diverse perspective in the process of learning which acknowledges and develops individual variation. When teachers focus on diversity they will encourage abandoning the idea of the model student. If students are not pressurised to fit into homogeneity, some stress is going to be removed from the student and in this way it will be easier to recognize individual merit in an individual way. That means that teachers and students should learn to negotiate norms and values that we share as a group and which will let us set up and reach our goals. This will create room to work on a positive self-image, improving each student’s abilities and capabilities and let them benefit from their classmates, and avoiding the traditional pictures of success and failure. In the intercultural classroom the teacher's task is to guide and facilitate students' learning towards cultural differences and selfefficacy. The methodology design of this research project involved dialogues between the researcher, teachers and pupils with the purpose of discovering what they were thinking in relation to self-esteem and empathy, and how they put emphasis on these aspects in the classroom. The procedure adopted was based on dialogues by means of the group interview method, with open questions. Ten teachers and twenty students in one school participated in the workshops, one for the teachers and one for the students. The result of this research is that the action learning approach helped the teachers and students to get a better understanding of different cultural customs and beliefs of each student in their class.
Este artigo apresenta os resultados de um projeto de investigação sobre a Educação Intercultural na Noruega. A crescente diversidade dos alunos das escolas inclusivas norueguesas requer uma maior competência intercultural por parte dos educadores para que possam ensinar eficazmente. Ensinar e aprender numa perspetiva intercultural implica construir a compreensão da diversidade e da igualdade. Dar atenção à Educação Intercultural é mudar de uma perspetiva homogénea para uma perspetiva de diversidade do processo de aprendizagem, que reconheça e utilize as variações individuais. Quando os professores se centram na diversidade, encorajam o abandono da ideia do estudante ideal. Se os estudantes não são pressionados para se moldarem à homogeneidade, serão poupados a algum stress e assim será mais fácil reconhecer o mérito de uma forma individual. Isto significa que os professores e os alunos devem aprender as normas e os valores que partilhamos como um grupo e que nos permitem estabelecer e atingir os nossos objetivos. Deste modo, criar-se-á espaço para trabalhar uma autoimagem positiva, melhorando as capacidades e habilidades de cada aluno e permitindo-lhe beneficiar dos seus companheiros, evitando as imagens habituais de sucesso e de fracasso. Numa aula intercultural, a tarefa do professor é guiar e facilitar a aprendizagem dos alunos em direção às diferenças culturais e à autoeficácia. O desenho metodológico deste projeto de investigação pressupôs o desenvolvimento de diálogos entre a investigadora, os professores e os alunos com o propósito de revelar o que pensavam relativamente à autoestima e empatia, e que importância concediam a esses aspetos na aula. O procedimento adotado baseou-se em diálogos mediante o método da entrevista em grupo utilizando questões abertas. Dez professores e vinte alunos de uma escola participaram em oficinas, uma para os professores e outra para os alunos. O resultado deste projeto de investigação é o de que uma perspetiva ativa da aprendizagem ajuda os professores e os alunos a conseguirem uma melhor compreensão dos diferentes costumes culturais e crenças de cada aluno da sua aula.
Sponsorship: Universidad de Granada. Grupo de Investigación "Desarrollo Educativo de las Didácticas en la Comunidad Andaluza" (HUM742).
Publisher: Universidad de Granada
Keywords: Intercultural
Self-efficacy
Equality
Diversity
Identity
Autoeficácia
Equidade
Diversidade
Identidade
Intercultural
URI: http://hdl.handle.net/10481/46165
ISSN: 2182-018X
Rights : Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 License
Citation: Buli-Holmberg, J. How to improve cultural identity and equality: Experiences from intercultural dialogues in a school for all. DEDiCA, 1: 137-146 (2011). [http://hdl.handle.net/10481/46165]
Appears in Collections:DEDiCA, 1 (2011)

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